segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Pré-carnaval e carnaval de mesmo!
Sábado o carnaval na praça Martins Dourado, ali pros lados do Papicu e Cidade 2.000 estava bem animado. Mas, para as pessoas mais antigas, como eu e minha mulher, Helenira, já estava ficando demais. O som estava ensurdecedor,muito barulho. Assim comi um cái duro e me mandei junto com a mulher. Esta semana era conhecida como a semana do sábado magro. E o nosso bloco "Enverga,mas não quebra", já se apresentava no Abrigo Central, comandado pelo sargentos Pita, Vilela(soldado raso), Carlos Augusto Colares, Antonio Lira ( onde anda o Lira?). A fantasia era sáia e califon, hoje soutien, confecionada pela Raimundinha, dona de pensão por trás do Palácio da Luz. Vestíamos a fantasia e iamos bailar no Abrigo Central, 10 horas da manhã,depois de algumas doses de leite de Onça,do Pedão da Bananada. E ainda havia tempo para uma visita à Rádio Iracema, programa Irapuan Lima,no edifício Vitória, esquina da Barão do Rio Branco com Guilherme Rocha, altos da Cabana.Eram as preliminares para a rua Senador Pompeu, onde o "Periquito da Madame", do português Silvério Abreu imperava. Depois eram as festas no Maguari. Ninguem era sócio. A palavra mágica, o Abre-te Sésamo, era o bôa noite ao porteiro Seu Manuel... Velhos tempos. Hoje nem tem mais a festa do Iate, na 6a.feira. Somente continua firme a festa do Náutico Carnaval da Saudade,inventada pelo doutor Ari Gadelha, fabricada no início pelo Cristiano Câmara. O Náutico , presidido pelo Guedes Neto, que já se prepara para novo mandato, este ano vai homenagear Dalva de Oliveira, a rainha do chifre. Tomara que o Avelino Dutra me mande um folhetim. Que não tenha esquecido Zum,zum,zum... tá faltando um... Bandeira Branca, do Mangueira, Pra seu Governo, Que Rei Sou eu, Turbilhão, do Moacir Franco, e tantos outros sucessos...
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