terça-feira, 26 de janeiro de 2010

funcionário público

Estava conversando com pessoas amigas e lembrei que no tempo em que eu era funcionário estadual, da secretaria do Interior e da Justiça, no dia do pagamento não se trabalhava e,em consequência, nas escolas públicas não havia aula. Era no tempo em que o pagamento era feito na secretaria da Fazenda, na avenida Alberto Nepomuceno, atual endereço. Assim o deslocamento prejudicava a presença dos funcionários,professores,idem, porque além da distância, o recebimento era ao vivo, tempo do Holerith,das mãos do tesoureiro, Pedro Menezes. E seu Pedinho, quando cansava, fechava a janelinha e dava um tempo para reiniciar.Ele e sua filha comandavam a tesouraria e nos tratavam bem. Dava para concluir como realmente era cansativo esse trabalho,já que todos os funcionários estaduais recebiam no mesmo local. Hoje, na FM Assembléia,conversava com o dr. Aloisio Carvalho, secretário da Controladoria e Ouvidoria Geral do Estado, sobre sua lutas. E ele falava no dia-a-dia e da equipe que o assessora. Referiu-se a reportagens do jornal O POVO, sobre atendimento nas repartições públicas e ofereceu o telefone 155 para qualquer reclamação ou sugestão. O assunto puxou outro, justamente o tema inicial desse texto. Fiquei imaginando se, naquele tempo houvesse o 155, houvesse ouvidoria no estado, como o sistema de pagamento do salário seria reclamado. Gosto dessas comparações. Outro dia dizia a um garçon de restaurante,que me trouxe a conta emitida pelo computador, com pagamento imediato feito com cartão, sem troco, sem maiores preocupações. Recordei pra ele quando a conta era feita à mão, com os itens relacionados um por um e, no final o total, com prova dos nove e tudo... Nos antigamente tudo era mais complicado.

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